Pesquisar este blog

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Wilson critica segurança pública e compara gestões Dante e Silval

O ex-prefeito e candidato ao Governo Wilson Santos (PSDB) atacou a gestão Silval Barbosa (PMDB) e lamentou os dados divulgados pela Organização Nacional da União (ONU) durante entrevista ao programa “Cadeia Neles”, do grupo Gazeta de Comunicação, transmitido pela TV Record. No levantamento feito pela ONU, Mato Grosso um dos mais violentos do país, 3 vezes mais do que São Paulo, por exemplo. Com um leque de propostas, o tucano prometeu investir pesado na segurança e trabalhar com pelotões intitulados de “tropa de elite”, tudo para proteger a população. “O governo desmotivou a Polícia Militar. Não tratou a polícia com o devido respeito”, alfinetou.

Para cutucar ainda mais a ferida do seu rival, Wilson foi mais longe e desdenhou a estrutura oferecida atualmente ao Grupo Especial de Fronteiras (Gefron), alegando que a entrada da cocaína no Estado pela Bolívia é facilitada, o que faz de Cáceres a cidade referência na comercialização da droga. Durante o programa, o candidato tucano ainda deu um jeitinho de rapidamente passar por cima das regras, já que o assunto era segurança pública, para criticar a educação, ao lembrar os dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), que aponta que em Mato Grosso as ecolas estaduais apresentaram o pior desempenho do Enem em 2009.

O sistema de carceragem foi outro ponto comentado. Sem papas na língua, o tucano procurou utilizar o pouco tempo de entrevista para apontar pontos negativos do seu rival. Ele ainda fez uma breve comparação dos governos Dante de Oliveira (já falecido), Blairo Maggi e Silval Barbosa, alegando que os dois últimos não fizeram nem metade do que Dante fez por Mato Grosso. “Dante colocou as forças armadas para cuidar das fronteiras”.

RD News

TRE mantém cassação de Riva e indica registro para Wilson e Mauro

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) rejeitos os embargos apresentados pela defesa do presidente da Assembléia Legislativa, deputado José Riva (PP) contra a decisão de cassação do registro do parlamentar por compra de votos. Agora, Riva terá que recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A defesa de Riva, por outro lado, sustenta que a cassação do registro – que o torno ex-deputado – não interfere no pedido de registro para disputar a eleição de outro.

Na mesma sessão, os integrantes do pleno deram sinalização de que o ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, do PSDB, e o empresário Mauro Mendes, do PSB, poderão obter o registro de sua candidatura – mesmo enfrentando problemas com certidão de quitação eleitoral do próprio TRE.
Por 4 votos a 2, os juízes e desembargadores aceitaram o registro da candidatura de Walter Rabelo, do PP, candidato a deputado estadual.

Rabelo teve seu pedido de registro impugnado pelo Ministério Público Eleitoral. Na campanha em que se elegeu deputado, em 2006, as contas foram rejeitadas. Posteriormente, o então parlamentar foi cassado por infidelidade partidária.

Dentre os motivos que levaram o MPE a requerer a impugnação das candidaturas está o fato de alguns terem sido condenados criminalmente, além do não pagamento de multas decorrentes de propaganda irregular, abuso de poder econômico e/ou político, reprovação ou ausência de prestação de contas de campanha e contas reprovadas no exercício de mandato eletivo.

Também nesta terça-feira, o TRE julgou por unanimidade pelo provimento do registro da candidatura à reeleiçăo do deputado Sérgio Ricardo (PR) que integra a coligaçăo Mato Grosso em Primeiro Lugar 3.

O TRE tem até 5 de agosto para analisar as ações, que ainda devem aumentar tendo em vista que as impugnações apresentadas até agora são referentes aos pedidos de candidatura na forma de registro coletivo. O MPE ainda analisa os pedidos de registro individuais.

24Horas News

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Bancada federal usa dia de trabalho para fazer campanha


Os deputados federais de Mato Grosso permaneceram nesta segunda-feira em Mato Grosso, empenhados com atos de campanha eleitoral. A grande maioria deixou de atender a convocação de “esforço concentrado” acordado para o período de campanha. A maioria dos oito representantes de Mato Grosso deixou de marcar presença na Câmara para se dedicar as ações de campanha e de reuniões políticas além de atos de lançamento de comitês. Dos oito, ninguém apareceu na Câmara dos Deputados, segundo levantamento do jornal “Diário de Cuiabá”. No Senado, apenas a senadora Serys Slhessarenko (PT) marcou presença.

Representante da bancada federal, Valtenir Pereira (PSB), ocupou a segunda-feira para se dedicar a programação da chapa majoritária, encabeçada pelo candidato ao governo, Mauro Mendes (PSB). Ele também aproveitou a data para lançamento de seu comitê de campanha, em ato realizado na noite desta segunda-feira. Durante o dia, Pereira comemorava a possibilidade de Pedro Henry, do PP, ficar fora do páreo por causa do “ficha limpa”.

Outro representante da bancada, o também candidato à reeleição, deputado federal Homero Pereira (PR), segundo o jornal, explicou que não foi à Brasília porque foi informado, em programação enviada pelo presidente da Câmara Federal, Michel Temer, sobre o calendário das sessões deliberativas, às terças, quartas e quintas-feiras. Ele informou ainda que a sessão realizada ontem era apenas para debate, portanto, a ausência de parlamentares, teoricamente, não prejudicaria os trabalhos da Casa.

A deputada federal Thelma de Oliveira dedicou a segunda-feira para participação em reuniões do partido e do comitê de campanha de Wilson Santos. A parlamentar, também postulante à reeleição, também confirmou presença hoje, na Câmara Federal.

Único com justificativa plausível para “matar” o dia de trabalho em Brasília, o deputado federal Eliene Lima (PP) tem dedicado seu tempo para acompanhar o estado de saúde de seu filho, Eliene Lima Júnior, de 15 anos, que sofreu acidente no início do mês passado.

Presidente regional do PT, deputado federal e candidato ao Senado, Carlos Abicalil, dedicou a segunda-feira, em Cuiabá, para resolução de temas pertinentes ao partido e ainda as ações de campanha. Os deputados federais Carlos Bezerra (PMDB), Ricarte de Freitas (PTB) e Pedro Henry (PP) não foram localizados, mas também não apareceram entre os cinco parlamentares que estiveram na Câmara para a reabertura dos trabalhos legislativos. Não houve quorum mínimo para a sessão sequer ser aberta.

24Horas News

Riva se diz tranquilo sobre eleição e espera julgamento imparcial no TRE


O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP), recebeu com naturalidade o posicionamento do procurador regional eleitoral Thiago Lemos, que emitiu parecer contrário ao deferimento do registro de candidatura dele. “Eu não esperava outra coisa. Não há elementos para que meu registro não seja deferido. Estou muito tranquilo”, frisou o progressista, que deve ter o caso julgado pelo pleno do TRE nos próximos dias. “Espero ter um julgamento isento e tenho certeza de que vou ter minha candidatura deferida”.

Ele argumenta que a cassação de seu mandato na última terça (29) por compra de votos no pleito de 2006 não pode ter reflexo na sua candidatura deste ano. Pontua que a lei eleitoral, neste caso, é muito clara ao prever que uma condenação posterior a data do registro não tem efeito neste julgamento. Além de se mostrar tranquilo quanto ao parecer do MPE, Riva ressalta que aguarda o julgamento de seus embargos declaratórios impetrados junto ao TRE para reverter a condenação por compra de votos.

A principal prova contra o parlamentar é uma agenda com anotações do então vereador por Santo Antônio do Leverger Edmar Galio, o Curi (PP), que supostamente comprava votos em nome de Riva. “Não há como me ligarem a este tipo de crime por causa de uma agenda feita por uma pessoa que me apoiava. Não tem sentido nenhum, mas respeito a decisão da Justiça”. Ainda conforme ele, se o TRE não acolher seus embargos declaratórios, sua defesa vai ingressar com um recurso ordinário junto ao TSE.

RD News

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Com aval do TRE, Aluízio deve ir ao Senado; Naildo é impugnado

A confusão envolvendo a candidatura do PV ao Senado continua e, apesar dos militantes tentarem emplacar o nome de Naildo Lopes para a vaga, a tendência é que Aluízio Leite fique seja o candidato do partido, já que teve, inclusive, o nome deferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) neste sábado (31). Já Naildo, que foi registrado como candidato a suplente de senador, teve o nome indeferido pelo Tribunal devido ao fato de não ter sido escolhido pela convenção do PV. O imbróglio envolvendo os dois começou depois que o partido cometeu um “deslize” registrando Aluízio para a vaga, sendo que o verdadeiro candidato seria Naildo.

Ao perceberem o erro, os membros do PV solicitaram a troca dos nomes e cargos, mas até agora a Justiça Eleitoral não se manifestou sobre o caso. A situação fica um pouco mais delicada agora porque Naildo teve o nome rejeitado pelo TRE, enquanto o de Aluízio foi aprovado. De todo modo, Naildo já colocou a campanha nas ruas, mesmo sem a aprovação do Tribunal.

Além do PV, outro partido que deve ter muita dor de cabeça para emplacar seus candidatos é o PRB. Depois de ter excluído a sigla do pleito deste ano, o TRE indeferiu o registro dos candidatos a deputado federal Eduardo Gomes Silva e Cláudio José da Silva. Ambos tiveram os nomes vetados devido a uma decisão do TRE na última sexta (30). Na oportunidade, o Pleno entendeu que o partido presidido por Claúdio agiu de má-fé ao ser registrado nas coligações “Mato Grosso em Primeiro Lugar”, formada por PMDB, PT, PR, e na “Mato Grosso Progressista”, que tem PP, PTN, PTC, PHS, PRP. O presidente da sigla promete recorrer das decisões.

Enquanto alguns partidos e candidatos planejam recursos para tentar reverter o indeferimento de candidaturas, outros políticos comemoram o fato de já terem o seu registro e poder colocar de vez a campanha nas ruas. Entre os agraciados com registros pelo TRE neste sábado estão os deputados federais Thelma de Oliveira (PSDB) e Eliene Lima (PP), que buscam a reeleição, e os candidatos a deputado estadual Gilson de Oliveira (PP), Carlos Antônio Azambuja e o empreiteiro Carlos Avalone (PSDB).

RD News

Candidatos exploram a infidelidade e banalizam partidos políticos

Em tese, partido político é definido como uma "união voluntária de cidadãos com afinidades ideológicas e políticas, organizada e com disciplina, visando a disputa do poder político". Só mesmo em tese. Neste começo de campanha eleitoral, os principais candidatos aos cargos em disputa não têm medido esforços para “cooptar” aliados de outras siglas, explorando o princípio da infidelidade partidária. A ferramenta é usada para tentar demonstrar força de suas postulações perante o eleitor, mas parece ter sido totalmente banalizada.

É a tal história do “Trair e coçar é só começar”. Em verdade, sempre foi assim. Cobrar fidelidade de político é comparado a pedir um cheque emprestado: nunca se sabe qual será o fim. Só que desta vez, a situação parece ter extrapolado de vez. Todos os dias um, dois, três são apresentados anunciando apoio ao que deveria ser adversário. As justificativas para a infidelidade sequer apresentam algo criativo; é uma opção e acabou.

Antes, os “infiéis” eram atraídos para campanhas subterrâneas, atuando nas bases. Hoje, viraram símbolo valioso de uma peça mercadológica. Absolutamente sem freio. Em suma, para esse contingente político, partidos políticos e nada é a mesma coisa. Isso em plena vigência da Lei da Infidelidade – que já cassou “n” políticos de seus mandatos.

Silval Barbosa, Mauro Mendes e até Wilson Santos, cuja campanha vem mais pelas beiras, não exitam em mostrar que “invadiram” a base partidária de outro. No sábado, por exemplo, o candidato do PMDB, que lidera a coligação “Mato Grosso em Primeiro Lugar” não exitou em anunciar o apoio do vice-presidente do Democratas na cidade de Mirassol d’Oeste, Romair Gomes, que se disse “cansado do descaso” em que é tratado pelo seu partido. Na festa, nem parecia um “estranho no ninho”.

O prefeito Getúlio Viana, do Partido da República, sigla do ex-governador Blairo Maggi, por sua vez tratou de “descontar a fatura” contra Silval. O controvertido prefeito anunciou apoio a candidatura de Mauro Mendes, do PSB. Mais que isso: foi a festa de inauguração do comitê do socialista e ainda fez discurso eloqüente. Por tabela, afirmou que vai trabalhar pela eleição de José Pedro Taques. “O nome de Taques causa sensação de respeito” – declarou, não se importando se será ou não “enquadrado” pelos republicanos.

E onde passa um boi, lá vai a boiada. O prefeito de Canarana, Walter Lopes Faria, seguiu o exemplo do colega republicano e anunciou seu apoio à candidatura de Mauro Mendes ao governo de Mato Grosso. Lopes jura de pés juntos que está apoiando o candidato do PSB “por livre e espontânea vontade”, que não tem outros interesses. Apóia porque simpatizou-se com Mendes desde a campanha em Cuiabá.

Faria lembrou também em seu discurso que convidou outros amigos prefeitos para participar do ato de apoio a Mauro Mendes, mas eles alegaram "medo". "Não sei se sou corajoso, mas graças a Deus Não tenho medo de nada

O ritmo da infidelidade não para por ai. O presidente do PPS, Gil Vicente, confirmou apoio à candidatura de Antero Paes de Barros (PSDB) ao Senado. Mesmo após a decisão da sigla de compor a coligação do empresário Mauro Mendes, que tem como principal candidato ao cargo o ex-procurador da República, José Pedro Taques. Gil já havia declarado apoio ao candidato tucano durante sua pré-campanha.

“Não só eu, como a grande maioria do diretório municipal do PPS está com Antero há muito tempo. Além de o considerarmos qualificado, Antero é o candidato de José Serra, que tem o apoio da executiva nacional do PPS” – justificou o dirigente.

O atual presidente do PTB em Rondonópolis, Eliezer Moreira dos Santos, de seu turno, contou que foi buscar o apoio de um aliado, o ex-prefeito Alberto de Carvalho. Recebeu como resposta que a liderança e apoio seria emprestada ao deputado federal Carlos Bezerra, do PMDB. “Eu não tive como garantir o apoio dele, não tenho condições de oferecer o que ele queria, então ele mesmo disse que iria apoiar o Bezerra” - repassou Eliezer.

Da declaração de petebista pode-se extrair inúmeras interpretações. Especialmente se se levar em consideração que o aspecto necessário da política há muito foi subvertido, transformando-se em um grande “balcão de negócio”, como se diz nos bastidores.


24Horas News

Pedro Henry confirma candidatura a deputado federal e garante vitória

Está oficialmente lançada a candidatura a reeleição do deputado federal, Pedro Henry (PP). O ato público de apoio ao parlamentar aconteceu no sábado à noite (31.07), em Cáceres, onde uma carreata com aproximadamente 400 veículos recepcionou Henry e a majoritária da coligação Mato Grosso em Primeiro Lugar no aeroporto em direção ao centro da cidade. Candidatos a deputado estadual, Blairo Maggi e Carlos Abicalil pelo Senado, e Silval Barbosa pelo Governo Estadual, afirmaram compromisso junto a eleição de Pedro Henry.

Dos candidatos a majoritária o primeiro a falar foi Abicalil. Ele explicou que é fácil declarar apoio ao deputado e pedir voto ao progressista. Enquanto coordenou a bancada mato-grossense em Brasília, o petista disse que Pedro Henry sempre lutou muito pelo Estado, que desde 2002 vem ajudando o país nas mudanças implementadas pelo Governo Lula e pelo atual Governo do Estado. “Pedro Henry, você é determinado e tem coragem, enfrenta as adversidades. Saiba que tem ao meu lado o apoio para a vitória em direção ao seu quinto mandato. São 63 dias de reflexão e argumentos. Vamos vencer”.

O ex-governador e candidato ao senado, Blairo Maggi, contou um pouco de sua trajetória na vida pública para demonstrar o quanto Henry trabalha para que Mato Grosso seja um Estado melhor. “Vim em Cáceres para trazer meu apoio a um amigo que hoje oficializa a sua candidatura. Começamos uma jornada juntos em 2002. Foram me buscar em casa para disputar o mandato a governador. Na época, faltavam 100 dias e eu nem candidato era. Ganhei apoio político em Pedro Henry, massa política e crítica. Não existe uma obra nesta região Oeste que não tenha recursos federais com contrapartida estadual e o trabalho do deputado”.

Blairo foi enfático ao pedir o voto. “Ele tem a responsabilidade de desenvolver a região de Cáceres. Não deixem de votar em Pedro Henry, ele é a maior expressão política desta região, esperneia pela região. É primeiro esta região, depois as outras questões políticas”, enfatizou o candidato ao senado. O governador Silval Barbosa aproveitou a presença em Cáceres para falar dos investimentos feitos pela região. Ele citou a emenda de R$ 10 milhões obtida por Pedro Henry junto ao Ministério das Cidades para a canalização do canal Costa Marques, uma solução definitiva para o problema das enchentes no município. “Mesmo que alguns da justiça tentem impedir, você Pedro Henry, será deputado federal. O povo terá este deputado que luta muito por Mato Grosso”.

Em relação as decisões do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que buscam impedir que Pedro Henry não participe do processo eleitoral, o candidato afirmou que um julgamento político não será confirmado em instâncias superiores. “Lanço esta candidatura com a certeza de quem não fiz nada errado, e tenho coragem para fazer os enfrentamentos necessários. Denunciei um juiz federal e sofro as conseqüências disso”, comentou o parlamentar.

Henry destacou que sempre defendeu os projetos do governo para que as mudanças no país acontecessem. “Tenho orgulho de olhar para trás e ver que estávamos certos em ajudar Blairo Maggi a governar este Estado, apoiar o Lula, agora é a vez da Dilma, e do Silval Barbosa. Vamos seguir no caminho certo”, concluiu o candidato a federal.


Olhar Direto